É  um extraordinário avanço terapêutico, que permite obter resultados clínicos seguros e incomparáveis.

A terapia de reposição hormonal clássica  utiliza os chamados Hormônios Sintéticos. Estas substâncias possuem uma estrutura tridimensional DIFERENTE dos hormônios produzdos pelo nosso corpo. Da mesma forma que a cópia mal acabada de uma chave, os hormônios sintéticos não ocupam os receptores de hormônios das células (fechaduras) com a mesma perfeição que o hormônio original, provocando o que chamamos de “resposta terapêutica farmacológica”, ou seja, recebem uma mensagem diferente daquela induzida pelo hormônio humano, e, ao longo do tempo, por acúmulo de mensagens erradas, e em pessoas que já sejam geneticamente susceptíveis, pode haver um aumento de incidência de certos tipos de câncer.

Este fato, agravado pela confusão de conceitos, informações divergentes e meias verdades induzidas pela mídia, fez com que milhares de pessoas com deficiência hormonal instalada, abandonassem e continuem abandonando em massa a terapia de reposição hormonal, que, para muitos, virou sinônimo de câncer e de doenças.

Os hormônios bioidênticos são substâncias que têm a estrutura molecular tridimensional EXATAMENTE IGUAL à dos hormônios humanos. Por esta razão, ocupam os receptores de hormônios das células com a mesma perfeição e exatidão do hormônio humano e, ao serem repostos e absorvidos pelo organismo, são prontamente reconhecidos pelas células como sendo substâncias exatamente iguais ao hormônio original, provocando o que chamamos de “resposta terapêutica fisiológica”.

Os hormônios bioidenticos são: Estradiol, Estriol, Progesterona, Testosterona, Dehidroepiandosterona, Pregnenolona, Androsterona, Melatonina, Hormônio do Crescimento Humano Recombinante (Hgh), Hidrocortisona, Tiroxina e Triiodotironina.

HORMÔNIOS:

NATURAL: Hormônio cuja fonte é a natureza (animal, vegetal ou mineral), que não sofre nenhuma modificação artificial.

BIOIDÊNTICO: Sua estrutura molecular é idêntica à do equivalente encontrado no organismo humano.

SINTÉTICO: Hormônio produzido por meio de um processo artificial, em laboratório

SUPLEMENTAÇÃO NUTRACÊUTICA FUNCIONAL

PORQUE SUPLAMENTAR:

Mesmo aquelas pessoas com mais alto padrão de saúde, dieta equilibrada e devidamente balanceada, necessitam suplementar vitaminas, minerais, micronutrientes, ácidos graxos poli-insaturados e anti-oxidantes.

Não são apenas as nossas escolhas alimentares que contam, mas principalmente o progressivo empobrecimento do solo ao longo de séculos de exploração inadequada, a adição de pesticidas e agrotóxicos, aliados à excessiva industrialização dos alimentos que tornam a suplementação dessas substâncias verdadeiramente imprescindível ao nosso equilíbrio metabólico.

Uma das instituições científicas mais respeitadas do nosso país, Universidade Federal de São Paulo – USP, publicou um estudo na década de 90, demonstrando que o solo brasileiro, por ser de origem cristalina, é um solo antigo, desgastado e exaurido, e que contém menos de 25% da quantidade mínima de nutrientes necessários para formar os alimentos.

Por outro lado, somos obrigados a conviver cercados por um leque de inimigos mortais, dentre os quais se alinham o estresse, os gases tóxicos derivados da queima dos derivados de petróleo, a fumaça de cigarro em recintos fechados, poluentes químicos os mais variados contaminação do lençol freático, os açúcares refinados e as chamadas gorduras hidrogenadas (margarinas), que aceleram a oxidação do colesterol.

Torna-se imprescindível munir o nosso organismo com as armas apropriadas para combater com eficiência tão vasta lista de novos inimigos. Desafortunadamente, somos incapazes de obter essa gama de substâncias apenas da alimentação. Se desejamos manter o equilíbrio metabólico e produzir a devida neutralização de toda esta carga de tóxicos, temos que, necessariamente, adicionar esses elementos aos nossos hábitos alimentares diários.
Nos Estado Unidos, todos os estudos que analisaram os padrões dietéticos da população, demonstraram carências múltiplas de vitaminas, micronutrientes, minerais e anti-oxidantes. Como fator agravante, esses estudos são unânimes em afirmar que a deficiência crônica desses elementos encontra-se intimamente ligada a origem de uma infindável lista de doenças crônico-degenerativas, que mata a cada ano milhares de pessoas.