Para compreender melhor o Autismo, agora denominado TEA (Transtorno de Espectro Autista) uma investigação que analisou mais de dois milhões de crianças nascidas na Suécia revela que a hereditariedade só explica metade do risco para desenvolver esta doença. Os outros fatores estão no ambiente, defende um artigo publicado no The Journal of the American Medical Association (JAMA). A suposição é que fatores ambientais que tenham impacto no desenvolvimento do feto, como stress, infecções, exposição a substâncias químicas tóxicas, metais tóxicos, complicações durante a gravidez, desequilíbrios metabólicos maternos, alergias alimentares, uso de medicamentos no primeiro ano de vida, vacinas - podem levar ao desenvolvimento do TEA. Devido ao aumento da exposição a esses fatores ambientais se justificaria o aumento exponencial da doença. Desta forma, a cada dia vem mudando o modo como se realiza o acompanhamento desses pacientes, valorizando cada vez mais os fatores ambientais a que estão expostos, bem como o tratamento de outros órgãos e sistemas envolvidos nesta síndrome. Desta forma, além dos medicamentos propostos pela neurologia, estimulação com fonoaudiologistas e terapeutas ocupacionais, a Medicina Integrativa vem propor terapias adjuvantes com resultados promissores que consistem em: 


1-Dietas específicas - com exclusão do glúten, diminuindo a reação inflamatória intestinal e melhorando a absorção de nutrientes 


2- Detoxificação de metais tóxicos por fitoterapia, homeopatia, terapia por frequência vibratória,


3-Tratamento da disbiose intestinal com a prescrição de probióticos e nutraceuticos para recuperação da flora interstinal. 


4-Modulação do sono,  


5-Uso de suplementos  para estimular o sistema imunológico, Ômega 3 como anti-inflamatório, além de terapias bioxidativas (Ozonioterapia) para otimizar o terreno biológico e melhorar o desenvolvimento destas crianças 

6-Uso de MMS ,oxitocina,acido alfa lipoico.

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